quarta-feira, 16 de maio de 2012

Buscando uma atitude resiliente...

Boa noite a todos.
Esses dias navegando pela internet, achei um blog muito interessante, que é o http://www.gravidasolteira.com.br/, é um site/blog do qual ajuda muitas mulheres que são mães solteiras.
Não sou mãe solteira, pois tive o apoio do meu namorado desde o inicio. Mas com a minha gravidez tivemos que acelerar um pouco o processo das coisas: noivado, casamento e etc. Mas organizar tudo isso não foi fácil... Ia marcar o meu casamento no dia do meu aniversário, mas meu pai ficou doente e esteve internado, minha sogra também teve alguns problemas de saúde e precisou de ser internada, ou seja não rolou. E com isso... fomos adiando... No mais, continuo em minha casa, pois agora para casar, eu quero ter minha casa.
Por enquanto estou improvisando as coisas do Davi aqui mesmo, mas quando vejo alguma mamãe arrumando quartinho, enfeitando e tudo mais, me dá um aperto no coração por não estar fazendo isso também. É meu filho, ele merecia...
E com isso, vou percebendo que por mais que você esteja com alguém, que esse parceiro te ajude e até seja companheiro, gravidez é uma coisa que tem uma ligação enorme com a mulher. Nosso corpo muda, nosso humor muda, nossa rotina muda, nosso paladar muda.. enfim, coisas e sentimentos que venho sentindo, sozinha.
E nesse blog achei uma postagem sobre RESILIÊNCIA, uma palavrinha da qual já tinha ouvido falar antes. E é algo que preciso muito nesse momento, então vou colocar o que significa aqui...

Resiliência (psicologia)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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A resiliência é um conceito psicológico emprestado da física, definido como a capacidade de o indivíduo lidar com problemas, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas - choque, estresse etc. - sem entrar em surto psicológico. No entanto, Job (2003), que estudou a resiliência em organizações, argumenta que a resiliência se trata de uma tomada de decisão quando alguém depara com um contexto entre a tensão do ambiente e a vontade de vencer. Essas decisões propiciam forças na pessoa para enfrentar a adversidade. Assim entendido, pode-se considerar que a resiliência é uma combinação de fatores que propiciam ao ser humano condições para enfrentar e superar problemas e adversidades.

Administração de emoções

Refere-se à habilidade de se manter sereno diante de uma situação de estresse. Ressalta que pessoas resilientes quanto a esse fator são capazes de utilizar as pistas que leem nas outras pessoas para reorientar o comportamento, promovendo a autorregulação. Segundo esse autor, quando essa habilidade é rudimentar, as pessoas encontram dificuldades em cultivar vínculos e, com frequência, desgastam no âmbito emocional aqueles com quem convivem em família ou no trabalho.

Controle dos impulsos

Um segundo fator é o controle de impulsos, que se refere à capacidade de regular a intensidade de seus impulsos no sistema neuromuscular (nervos e músculos). É a aprendizagem de não se levar impulsivamente pela experiência de uma emoção. O autor explicita que as pessoas podem exercer um controle frouxo ou rígido do seu sistema muscular, visto que esse sistema está vinculado à regulação da intensidade das emoções. Dessa forma, a pessoa poderá viver uma emoção de forma exacerbada ou inibida. O controle de impulso garante a autorregulação dessas emoções ou a possibilidade de dar a devida força à vivência de emoções, tornando o grau de compreensão do autor mais sensivel e apurado mediante a situação.

Otimismo

Um terceiro fator é otimismo. Nesse fator, ocorre na resiliência a crença de que as coisas podem mudar para melhor. Há um investimento contínuo de esperança e, por isso mesmo, a convicção da capacidade de controlar o destino da vida, mesmo quando o poder de decisão esteja fora das mãos.

Análise do ambiente

O quarto fator é a análise do ambiente. Trata-se da capacidade de identificar precisamente as causas dos problemas e das adversidades presentes no ambiente. Essa possibilidade habilita a pessoa a se colocar em um lugar mais seguro ao invés de se posicionar em situação de risco.

Empatia

A empatia é o quinto fator que constitui a resiliência, significando a capacidade que o ser humano tem de compreender os estados psicológicos dos outros (emoções e sentimentos)(colocar se no lugar do outro).

Autoeficácia

Autoeficácia é o sexto fator, que se refere à convicção de ser eficaz nas ações propostas.

Alcance de pessoas

O sétimo e último fator constituinte da resiliência é alcançar pessoas. É a capacidade que a pessoa tem de se vincular a outras pessoas para viabilizar soluções para intempéries da vida, sem receios e medo do fracasso.

Desdobramentos a partir de 2006

No transcorrer de novas pesquisas, o Prof. Dr. Barbosa [SOBRARE] constatou a necessidade de ampliar sua investigação científica na temática da resiliência, pesquisando o mapeamento de oito modelos básicos de crenças. Esse desdobramento, conhecido como Quest_Resiliência, é estruturado com uma abordagem teórica da terapia cognitiva, da psicologia positiva e da teoria geral dos sistemas, cobrindo oito Modelos de Crenças Determinantes (MCDs), relacionados à resiliência a partir de uma abordagem psicossomática.
De 2006 até agora, as pesquisas possibilitaram ampliar os entendimentos sobre a resiliência. É vista agora como o resultado de crenças determinantes que se organizam em blocos denominados modelos. Esses MCDs são estruturados desde a primeira infância. São crenças que se aglutinam quando vamos conhecendo/aprendendo/experimentando os fatos da vida com aqueles que nos cercam. Os MCDs são:
  1. MCD de autocontrole - capacidade de se administrar emocionalmente diante do inesperado. É amadurecer no comportamento expresso, uma vez que será esse comportamento que irá ser lido pelas outras pessoas;
  2. MCD de leitura corporal - capacidade de ler e organizar-se no sistema nervoso/muscular. É amadurecer no modo de lidar com as reações somáticas que surgem quando a tensão ou o estresse se tornam elevados;
  3. MCD de otimismo para com a vida - capacidade de enxergar a vida com esperança, alegria e sonhos. É a maturidade de controlar o destino da vida, mesmo quando o poder de decisão está fora de suas mãos;
  4. MCD de análise do ambiente - capacidade de identificar e perceber precisamente as causas, as relações e as implicações dos problemas, dos conflitos e das adversidades presentes no ambiente;
  5. MCD empatia - capacidade de evidenciar a habilidade de empatia, bom humor e de emitir mensagens que promovam interação e aproximação, conectividade e reciprocidade entre as pessoas;
  6. MCD autoconfiança - capacidade de ter convicção de ser eficaz nas ações propostas;
  7. MCD alcançar e manter pessoas - capacidade de se vincular às outras pessoas sem receios ou medo de fracasso, conectando-se para a formação de fortes redes de apoio e proteção;
  8. MCD sentido de vida - capacidade de entendimento de um propósito vital de vida. Promove um enriquecimento do valor da vida, fortalecendo e capacitando a pessoa a preservar sua vida ao máximo.
Cada um dos MCDs desenvolve resiliência em uma área da vida e o leque de todos eles juntos contempla a vida de uma pessoa.
Eu sei que coloquei uma definição longa, porém, achei extremamente necessário para quem está passando por alguma situação na vida, do tipo: o que irei fazer? Como irei agir ou reagir?
Fazia algum tempo ou pra ser mais sincera, ANOS que eu não lia algo sobre psicologia, e me identifiquei muito.
Vejo que em vários momentos da minha vida, precisei de uma atitude resiliente, mas algumas vezes agi da forma errada, ou seja, agi em desacordo com o ambiente, não controlei meus impulsos ou emoções, perdi o foco o sentido da vida, administrei mal minhas emoções, falta de postura, enfim tudo isso englobou minha falta de maturidade de lidar com a situação.. não me arrependo de forma alguma de ter agido como agi, faria novamente, porém de forma diferente. Creio que a unica linha de uma atitude resiliente que eu tive foi: alcançar pessoas, isso pelo menos eu tentei, com minha empatia, autenticidade e transparência.
Como está no blog, estou buscando uma atitude resiliente: “Assim que comecei a escrever o blog eu buscava uma atitude resiliente (capacidade de regenerar-se mesmo após forte pressão) através das palavras. Foi aí que  percebi que ser resiliente consiste em se perguntar: “O que vou fazer com a minha ferida? Vou me refugiar em devaneios e deles extrair pepitas de beleza que me permitirão tornar o real suportável e às vezes até embelezá-lo!”  assim diz a autora do blog.
Eu tenho um blog chamado procura-se gargalhadas e amor, e quando fiquei grávida simplesmente abandonei o blog, porque achei que algumas pessoas que liam sobre meu blog frequentemente, não precisariam de saber o que se passa no minha gestação. Só que mesmo eu não colocando nada no blog, algumas pessoas das quais eu não gostaria, acabaram descobrindo sobre minha gravidez. Um momento que é meu... divulgo no meu facebook porque ali eu seleciono as pessoas (procedimento mais exclusivo a partir de agora).
Toda mulher nasce para ser mãe, nosso instinto materno se exterioriza em vários momentos em nossas vidas, quando cuidamos de nossas amigas, por exemplo. Algumas mulheres tem esse instinto mais aflorado, outras não. Eu sempre tive isso, mas mesmo assim quando vi que estava grávida foi um baque e tanto pra mim.
Meus planos, meu foco, meu objetivo... mudaram. E pior, não tive mais controle sobre minha autonomia e liberdade. Mas isso não é culpa da gravidez, mas do contexto ao meu redor. Pra ser mais explicita, as pessoas ao meu redor olham pra minha cara, meu jeito e acham que eu não tenho capacidade de cuidar de um bebê, ou seja... ouço de tudo e mais um pouco. É na hora de organizar um chá de bebê, é na hora de arrumar uma gaveta... não sei se é porque estou grávida, mas estou mais sensível e determinadas coisas me deixam mais irritada ainda. Porque o filho é meu, ele está na minha barriga e eu que vou gerá-lo. Ninguém vai poder fazer isso no meu lugar... ninguém vai poder sentir isso no meu lugar.
Apontar alternativas? Ninguém aponta... Porém palpite, é a coisa mais fácil que se pode fazer né. Por não ter esse tipo de atitude com os outros, eu não gosto que tenham essa atitude comigo. Sempre que uma amiga tem algum problema, eu procuro apontar soluções, não empurrar a pessoa mais pra baixo. Ninguém gosta de ouvir palpites, por mais que tenha uma auto estima elevada...
E com isso, lá se foi minha autonomia e liberdade, gente que eu nunca vi na capinha do ki-suco, nem na caixinha do leite como perdido (como diziam os manos da Dionísia...) dando pitacos como se fossem meus amigos de infância, e eu sinto que de repente estão invadindo minha vida.
É sempre aquela desculpa: olha é porque eu sou sincera, olha é porque eu já tive 15 filhos... Mas dá vontade de responder: e ai, quem te perguntou?
E daí, mesmo diante disso, eu tenho que manter meu sorrisinho amarelo e dar tchau como uma miss... logo eu, que prezo a transparência. Mas não consigo disfarçar, até quem é cego percebe como não me sinto bem...
Não entendo porque esse tipo de atitude de se achar tão superior para poder falar o que quiser e bem entender para outra pessoa, sem passar por aquele filtro: será que vou magoar essa pessoa? Acho que quem faz isso, não se importa mesmo.
Tanto porque, a maternidade é um instinto da natureza da mulher, por mais que a mulher não tenha cara de mãe, seja mãe de primeira viagem, ela tem todo direito SIM, de progredir, de ser uma ótima mãe... afinal ninguém nasce sabendo.
Daí, nesses momentos somos obrigadas a com-viver com determinadas pessoas que não gostam da gente, apenas nos engolem, mas demonstram eterno amor, em uma máscara (e eu pensei que estava livre disso...) e nossos amigos de verdade, que nos apóiam, que estão ao nosso lado, que nos entendem e compreendem, mas que também tem seus problemas, sua rotina de vida, suas tarefas... e de certa forma tem aquele distanciamento, mas que se desdobram em mil para falar uma palavra de encorajamento, de otimismo, de confiança... de amor. E eu só estou agüentando tudo isso, porque tenho duas amigas do meu lado, que entendem meu lado e me apóiam muito. (porque esses homens nunca nos entendem, essa racionalidade e objetividade deles pra resolver uma questão me deixa aguniada.. RS)
E enquanto isso, vou buscando uma atitude resiliente...eu tenho mais três meses para fazer isso. Talvez de certa forma, eu tenha perdido minha resiliencia com o tempo. Quando eu era mais nova eu era mais otimista e apegada com o futuro, depois eu passei a viver só o presente e acho que isso deixou minha visão mais fechada. O Davi veio com a missão de mudar o foco da minha vida. No sentido profissional, pessoal, saúde... Sério gente.. com ele, muita coisa vai mudar. Antes de dar um pitaco no serviço agora pensarei: tenho um filho pra criar. Saúde então.. nem se fale, eu não suportava ir ao médico, ainda não gosto muito. Mas quando ele nascer, vou esperar alguns meses para fazer um check-up porque com saúde não se brinca... E tudo que eu vejo na TV eu penso: e se fosse meu filho? Pode ser a coisa mais banal do mundo...
Tentarei controlar meus impulsos, administrar minhas emoções (por mais que isso dê um nó na minha garganta, por ter que engolir sapo..) mas é o que tenho que fazer, tanto porque as pessoas não ligam para aquilo que você fala... mas para aquilo que faz, então mudança de atitude é tudo.
Voltar a ter meu otimismo, ser visionária, pensar no futuro, ver que as coisas vão mudar, ver mais esperança em meus sonhos... aprofundar em meus desejos e objetivos e obter um foco, que é meu filho, para lutar até o fim por ele.
Analisar mais os ambientes... olha que faço isso e muito! Não sou bruxa, não tenho guia, mas simplesmente eu pego a energia do lugar, eu sinto a energia das outras pessoas e sei quando gostam ou não de mim... se estão com boas intenções. Eu nunca segui minha sensibilidade, por isso já dei várias cabeçadas na vida, mas vou começar a utilizar com mais freqüência esse dom. Eu sou tipo um animal, eu tenho que ter meu habitat. Em qualquer ambiente.. profissional, casa da sogra, casa da amiga.. eu tenho que me sentir em casa. Sou igual o cachorro que faz xixi pra marcar território? Sou eu... eu gosto de marcar território... e aqueles ambientes dos quais não acho seguro, tento evitar ao máximo...pra não ter fadiga. Mas agora com o Davi, não sei como vou fazer pra evitar isso. Se eu conseguir passar da fase de adaptação, que já era pra ter acontecido, PARABÉNS TATIANE. Porque olha, ta difícil minha gente..
Empatia eu sempre tenho... eu me coloco no lugar do outro. Acho que antes os outros eram mais o foco da minha vida do que eu mesmo. Mas é difícil você buscar empatia em um ambiente do qual deveriam ter empatia com você.... entenderam? Um ambiente do qual estão prontos para te atacar.. acho desnecessário eu ter que ficar mostrando toda hora que sou assim, assado, daquele jeito e etc. Quem me conhece sabe e pronto. Não preciso fazer estampando nada...tanto porque estaria fingindo e isso não é minha cara.
E alcançar pessoas? Pra mim todas essas pessoas são uma só, tipo, farinha do mesmo saco.. me deu até preguiça de escrever sobre isso RS...
Bom, são esses os tópicos, e as coisas que tentarei fazer... depois vou escrevendo aqui para desabafar como está sendo essa tentativa..

Beijos a todos, fiquem em paz!


domingo, 13 de maio de 2012

Meu pré dia das mães!!!



Hoje  é  o meu pré dia das mães... Pois este ano, o Davizinho está aqui na minha barrigona, alguns dias super tranqüilo e outros, se mexendo, chutando e muito..
Confesso que a sensação dele chutando, me alegra e muito, é super especial sentir um bebezinho se mexendo dentro de você, é inexplicável...
Aguardo ansiosamente o dia das mães de 2013, pois estarei com o Davi em meus braços, apertando e mordendo muito ele...!!
Hoje refleti sobre muitas coisas... por exemplo, como a maternidade muda completamente a mulher, e essa com certeza foi uma das maiores mudanças em minha vida... Você passa a analisar a vida de outra forma, e VOCÊ não é mais o foco da sua vida..
Acredito que seja uma questão de adaptação mesmo...

Bom, tirando todas essas questões quero desejar a todas as mamães  um feliz dia das mães.. que são todos os dias. Que possamos aproveitar e curtir nossas mães...
Eu quero desejar principalmente a minha mãe, um feliz dia das mães, pois ela é essencial em minha vida... é minha amiga, minha irmã, alguém que admiro, que está ao meu lado.. as vezes  discordamos, noutras concordamos.. mas nunca deixei de avaliar cada palavra  e conselho que minha mãe me deu. Ela é realmente um presente de Deus em minha vida!

Que eu seja uma mãe  como a minha...

Beijos a todas as mamães...
Que nosso Senhor Jesus Cristo abençoe a todas e  para nossa querida mamãe que está no céu!


Antes mesmo de ter um nome
E abrir os meus olhinhos
Ou alguém ver o meu rostinho
Eu estava num lugar especial,
Que Deus fez para mim
Cercado de amor, de calor.

Minhas mãos eram tão pequeninas,
Meus pezinhos, inseguros ainda
Mas no peito meu coraçãozinho
Já mostrava que o milagre do nascer,
Do viver, do existir, outra vez aconteceu...

Eu sou o milagre da vida,
Milagre da criação
Com Deus sim eu quero crescer.
Pois Ele quem me fez nascer

As crianças ocupam um lugar
Muito especial no coração do Pai,
Pois elas refletem pureza real.


quarta-feira, 25 de abril de 2012

Desabafo de uma gestante.

Eu com três meses de gestação e minha mãe!


Olá! =)
Bom, pra quem não sabe além de todas as sensações que sentimos durante a gestação (enjôos, desejos, azia, inchaço, dores...) também passamos por um periodo de muita sensibilidade, praticamente como se fosse uma TPM de nove meses.
Já tive uma fase de completa ira, logo depois vem uma calmaria... as vezes bate uma nostalgia, mas tudo com uma grande intensidade e quem me conhece sabe que sou completamente emotiva, então, a situação se agrava um tanto...
Apesar de ter uma gravidez tranqüila, eu não posso reclamar de nada em relação ao Davi... agora chegando aos 6 meses que sinto ele mexer bastante, principalmente a tarde... porém não cheguei a ter muito trabalho em relação a enjoos... bom, tenho apenas alguns mal estares, por causa da minha pressão baixa...e outras coisinhas fisiológicas também RS... Mas enfim, tudo sob controle...
A única coisa que tem mudado em mim é questão de sentimentos... tem dias que me sinto totalmente sensível, outros totalmente uma leoa... e minha visão de mundo mudou muito...
Agora não é mais o que a Tatiane quer, o que a Tatiane deseja... mas o que vai ser bom pro Davi, o que vai ser cabível pra ele, se vai fazer bem a ele, pro bem estar dele... principalmente em questão de proteção... Fico imaginando, como será criar um filho nesse mundo... é só a proteção divina, a benção de Deus e a misericórdia... e me imagino educando um menino... Como escrevi na outra postagem, sempre achei que seria mãe de um menino, quando fiquei grávida, pelo menos a maioria achava que eu estava grávida de uma menina e aquilo de certa forma foi me influenciando... 
Uma coisa é certa, homens são mais fáceis e simples de se lidar... mas claro que sentirei falta daquelas coisinhas fofoletes de meninas... porém por outro lado, não precisarei de me preocupar com isso... rsrs....
Voltando...
Penso como a vida dá um giro de 360 graus quando a gente descobre que vai ser mãe... não é mais o que eu quero, nem as minhas decisões, mas se essas decisões serão boas pro meu filho... eu que estava acostumada a tomar iniciativa sempre sozinha, quase nunca ouvindo conselhos de ninguém...
Posso afirmar também que uma mudança drástica AINDA não aconteceu na minha personalidade. Ainda tenho o costume de guardar mágoas, de agir com impulsividade, a essência da Tatiane não mudou... mas percebo, como estou tendo mais foco e objetivo nas minhas coisas.
Bom, antes de ser mãe, eu sempre quis que alguma amiga minha ficasse grávida, acho que eu tentaria de todas as formas ser mais participativa possível, pois além de ser um momento único, é um momento maravilhoso na vida de uma mulher... e nessas horas, os amigos fazem falta MESMO. Vejo que em cada conversa, cada conselho... pessoalmente ou por internet, minhas forças se renovam quando sinto que estou perto de pessoas que realmente gostam de mim.
Mas o destino as vezes é tão cruel, que distancia as pessoas que amamos, por conta das circunstâncias... e acaba nos aproximando das pessoas que temos que lidar... (dessas daí acho que nunca me livrarei RS...) porém o carinho, a compreensão e a amizade de quem realmente gosta da gente é um balsamo para nossas vidas!
Eu citei que o destino é cruel... mas talvez o distanciamento das pessoas não se dê por conta do destino, mas por causa do sistema capitalista cruel, que faz com que nos aproximemos mais das máquinas do que das pessoas... afinal necessitamos do dinheiro, então temos que trabalhar, estudar... e quase não sobra tempo para ver quem amamos.
Conversei no ano passado com uma amiga que teve um filho lindo e ela me disse exatamente isso, que por causa desse sistema ficamos completamente longe de nossos filhos... deixando a mercê das escolas de tempo integral... e quando vemos perdemos a melhor fase. É realmente muito triste.. e ela comentou que não queria isso pra vida dela. Minha prima que também teve uma filha, que já está grande e linda, mudou daqui de São Paulo justamente por isso... ela quer um lugar do qual tenha mais meio ambiente, parques... praias...
E eu concordo com elas SIM. Eu sei que pra muitos é necessário colocar o filho em uma creche... o meu, pelo menos vai pra escolinha pra saber ter convivência com outras crianças. Mas não quero perder nenhuma fase do meu filho por conta de mil e um afazeres que arranjei... ser mãe é totalmente diferente de ter um filho viu?
Sei que muitas pessoas estão divididas entre: vida familiar, vida pessoal X vida profissional. Afinal a sociedade cobra que sejamos os melhores, que estejamos sempre lindos, que tenhamos os melhores cursos... e assim vamos deixando de lado as pessoas que amamos e quando nos damos conta, já se passou muito tempo.
Mas será que realmente é culpa da sociedade, do capitalismo e do sistema, ou é culpa nossa mesmo? Um pouco de comodismo, misturado com preguiça hein? Pra que sair, visitar, ligar se podemos fazer tudo pelo facebook? Eu particularmente não gosto muito de telefone... mas daqui a pouco vamos esquecer até da voz das pessoas RS... acho que vou voltar ao hábito de usar telefone, mandar cartas, sentar na praça...
Sim, acho que um pouco é culpa da gente mesmo... sei o quanto a vida cobra, mas não adianta ela vai cobrar de qualquer forma, e temos que fazer o que achamos correto para nós...
Uma vez, logo que eu conclui minha faculdade e em seguida quis fazer outra, uma amiga de anos, desde os meus 7 anos chegou na minha casa e disse: Thaty, você mudou muito na época da faculdade, parece que esqueceu das suas amizades antigas... Na época achei que era #mimimi dela, fiquei com raiva e tudo... hoje eu vejo que eu mudei por que eu quis, não porque o trabalho e a faculdade me consumiam... e me arrependo muito de ter feito  isso!
A gente vive com se fossemos eternos, como se as outras pessoas fossem eternas... e acho que a coisa mais triste é você ver que uma pessoa foi retirada do seu convívio, não por muito trabalho ou muito estudo... mas porque Deus a levou com Ele... daí você pensa: deveria ter dito isso, deveria ter falado isso... mas daí, é tarde demais...
Bom, foi esse o meu desabafo!
Beijos a todos, fiquem com Deus!

terça-feira, 17 de abril de 2012

Meu mundo é azul!!! Vem ai DAVI!!!



Oie!! Finalmente voltei..!
Então... quero registrar aqui mais um momento mágico da minha gravidez... No dia 12/04 fomos fazer um ultrasson e descobri que estou esperando um MENINÃO...
Passei a semana inteira muito ansiosa e curiosa, mas no dia mesmo me bateu uma tranqüilidade e deixei nas mãos de Deus, para que Ele pudesse preparar o melhor... enfim!
Chegamos no laboratório e depois de uma longa espera, (mas a moça que me atendeu foi tão boazinha que até me acalmou) finalmente nos chamaram para a sala de ultrasson. O médico fetal perguntou pra mim se eu já sabia o sexo, eu disse que não, ele perguntou se eu queria um suspense.. eu respondi: CLARO QUE NÃO, JÁ BASTA OS 5 MESES DE SUSPENSE!!
Então ele me disse olha, aqui está o pintinho e o saquinho dele, é um menino... e eu comecei: é um menino mesmo?? Vou chorar!! Tem certeza que é um menino?? RS....
Depois perguntei pra quando seria o parto mas ele não sabia me informar, que isso era o que os obstetras gostariam de saber.. rsrs... que não tinha como saber ainda....
Daí, mandamos mensagens para todos os nossos amigos avisando que vinha ai um muleque e a noite mesmo já decidimos que o nome seria DAVI.

Não sei se já escrevi, mas já ganhei algumas roupinhas, da minha mãe, minha prima, minha sogra e minha tia... e no domingo comprei um paninho bordado com o nome Davi... muito fofo. Estou louca pra mais pra frente comprar uma camiseta pólo, um macacãozinho e uma calça jeans... as mães piram!
E eu sei que ninguém perguntou, RS.. mas estou bem, sentindo muita azia, pareço que vou estourar... sexta feira inventei de jantar no ragazzo e comer um nhoque pensei que iria explodir!!
Bom depois irei contando a vocês, mais novidades!!
Beijinhos, fiquem com Deus!

sexta-feira, 16 de março de 2012

Vou ser mamãe!!!! (O principio....)



Oi gente!
Bom deixa eu me apresentar..
Sou a Tatiane, vulgo Thatica, dona do blog: HTTP:// procura-segargalhadaseamor.blogspot.com.  
Confesso que tenho o gargalhadas há tempos... e ele me serviu para grandes momentos de desabafos... me acompanhou em  várias situações... mas decidi fazer um outro blog de acordo com essa nova fase de minha vida!
Primeiramente quero dizer que vou SER MAMÃEEEEEEEEEEEEEE!!!!!  Estou grávida de 17 semanas (bem hoje fazem 17 semanas, pois a médica disse pra eu contar mais uma semana, todas as quintas feiras...)...
Mas calma... porque eu contei isso só agora?
Porque ainda não sentia que era o momento de divulgar no blog...
Bom... vou começar do começo....
Vou começar a falar sobre o pai dessa criança! Na verdade, nós fomos apresentados por um  amigo em comum...em 2007... e daí começou uma amizade...
Só começamos a namorar em 2010, mas em 2011 terminamos... e voltamos só no final  do ano passado... já tínhamos planos de casar... só que a minha gravidez, foi algo inesperado para mim... pois minha família e ele reagiram bem!
Claro... eu pisei na bola e não me preveni... mas de acordo com as minhas contas, aquele  dia poderia ficar tranqüila... pois bem! De repente, bem pertinho do Natal, percebi que minha menstruação já estava atrasada a mais de dez dias... Daí resolvi, um dia antes de irmos para praia, fazer um exame de urina, só pra tirar a duvida... Só que deu POSITIVO. Fiquei super assustada... Na praia, eu fiz mais uns QUATRO EXAMES DE URINA... porque realmente eu não estava acreditando no que estava acontecendo comigo! Ninguém mais me agüentava com meus exames... Agradeço desde já toda paciência e compreensão que minha amiga Maria Clara teve comigo... pois quando ninguém mais me agüentava, ela quem ia comigo na farmácia para comprar mais e mais um exame... RS... Aguentou até mesmo meu ataque de fúria, choro... momentos de desespero!
Foi algo que  realmente me surpreendeu... meu sonho sempre foi ser mãe, só que eu não esperava nesse ano! Pois eu tinha outros tantos planos... mas Deus sabe o que faz!
Fiquei com muitos questionamentos.. sobre como seria cuidar da criança, como seria minha vida  a partir de agora... confesso que comecei o ano, mesmo que não demonstrando muito com muitos questionamentos... enquanto o pai se mantinha tranqüilo... RS...
Ao chegar em casa, não enrolei pra contar... minha mãe já perguntou se minha menstruação tinha descido, eu disse que não... logo depois, fui com o  Marcelo (pai) fazer um exame de sangue e... POSITIVO, claro! De seis semanas...
E eu ainda achando que poderia ser um alarme  falso... RS...

Bom esse foi o começo... e eu esperando o momento certo de colocar no blog... e o tempo  foi  passando  e  passando... quando resolvi  escrever um blog, especialmente  para essa nova  fase  da minha vida... Com todas  as minhas duvidas e questionamentos!
Hoje  estou de 17 semanas, de acordo com os cálculos está programado até dia 20, 24 de agosto.. mas pressinto que nasça um  pouco antes... A maioria das pessoas dizem que  é uma menina, eu realmente não sei. Sempre quis ser mãe de um menino, mas quando fiquei  grávida, realmente  fiquei imparcial... sabe aquele ditado que o importante é vir com saúde? Então... se chegar uma menina, era realmente o que eu  sinto lá no fundo que  é... mas se for um menino, iria me surpreender muito, portanto estou bem curiosa.
Já fiz meu primeiro ultrasson, quando estava de 12 semanas, mas não deu ainda pra saber o sexo. Agora já dá pra saber... mas vou esperar o próximo ultrasson morfológico... que só poderia marcar depois da 20º semana!
Ahh.. já comecei meu pré natal... tenho minha carteirinha e tudo mais... RS...
Bom, por enquanto é isso... depois eu faço uma postagem sobre minhas  vontades e o que  estou  sentindo...
Beijos  a  todos... fiquem com Papai do Céu!